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Quem sou

Marcelo Ramos, o Repórter do Povão.

De Daise Lisboa, do Jornal da Comunidade – Radialista há 40 anos, Marcelo Ramos já entrevistou todos os governadores do DFO radialista Marcelo Ramos está na profissão há 40 anos e trabalhar na área é pura satisfação dia após dia. A paixão pelo rádio começou quando ainda era menino e tanto fez, que começou a atuar na área quando era adolescente, levando ao ouvinte a hora da Ave Maria em Divinópolis, cidade no Oeste de Minas Gerais. Mas foi na Rádio Independência (que é hoje a Rádio Capital), em Brasília, em 1978, quando sua atuação ganhou força por meio do programa “Marcelo Ramos, show musical aos domingos”, que levava artistas e até calouros para animar o final de semana dos ouvintes. “Eram 8 horas de programação”, relembra.

Nesse mesmo ano Marcelo Ramos diversificou sua atuação no rádio, partindo para a área política, como setorista do Palácio do Buriti. “Já entrevistei todos os governadores que passaram pelo Palácio do Buriti, até hoje”, diz com orgulho.

Ao longo de 33 anos de atuação como repórter, para o programa “O Povo e o Poder”, apresentado de segunda-feira a sábado, das 8h às 10h, na Rádio Bandeirantes AM 1.410, leva ao ouvinte notícias, esporte e músicas. “Eu digo que o povo é quem manda, portanto o povo é o poder”, define o radialista. “Vamos até as pessoas sofridas. Nós cobramos, reivindicamos, vamos até as autoridades para obter melhorias como asfalto, segurança, transporte, saúde, enfim, o básico. E não deixamos por menos, não. E continuo a dizer: aqui o povo manda e o povo comanda”, repete, fazendo rima das palavras.

Ramos diz que em alguns momentos do seu programa ele faz uma avaliação do trabalho das autoridades. Usando a expressão ‘pisou na bola’, ele aponta o nome de quem não atendeu alguma reivindicação da população, e utiliza refrões para definir como encara o tratamento que determinada autoridade deu ao assunto. Se não foi boa, ele canta “eu não sou cachorro não”, para ironizar. Mas se a autoridade atendeu à reivindicação ele solta a expressão: ‘caneca cheia para quem faz’.

Em meio ao reconhecimento de ações boas do governo e a omissão das autoridades, Marcelo garante que tem buscado fazer um trabalho íntegro. “Trabalhamos com honestidade e como bom mineiro, primo pela transparência do que faço. Talvez por isso, não tenha o que reclamar. Nesse governo Agnelo Queiroz tenho sido atendido por todos os secretários e administradores regionais. Para ser sincero, cobro das autoridades, mas não critico por criticar. Se fez bem eu elogio, mas se não fez, eu cobro”.

Outra característica que o aproxima da comunidade é o fato de morar em Ceilândia. “Me orgulho de morar lá. Meus quatro filhos nasceram em Ceilândia e me sinto completo por viver naquela cidade. E por eu ser radialista é uma satisfação e me sinto repórter do povo”, garante.

Marcelo reforça que o objetivo do programa é servir à comunidade com transparência. Ele cita que a sua programação variada é apoiada por sua família que também participa. “A minha mulher, Maria Ramos fala de culinária e das notícias do momento. O meu filho, Anderson Ramos, fala de esporte, e o outro, Vicente Ramos, transmite o noticiário. Já os outros dois optaram por profissões diferentes: um é psicólogo e outro da área de informática. Mas o nosso objetivo maior é fazer com que a população seja ouvida pelas autoridades”, garante.